O que defendo?

     Abaixo está, de forma resumida, o que defendo nesta página. Lembrando que tudo é abordado aqui dentro da ótica cristã, usando uma teologia que considero mais adequada, que explica melhor, com mais coerência e que deixa um menor número de conflitos e de problemas sem respostas satisfatórias.

1 - ORIENTAÇÃO E LINHA TEOLÓGICA:
Sigo em minhas reflexões uma orientação teológica não conservadora e muito menos, fundamentalista. Poderia dizer que a abordagem aqui dada será baseada em uma orientação mais "moderada" e em alguns pontos, progressista, pois são as únicas que considero aceitáveis dentro da ótica cristã. Algumas vezes deixarei explícitas essas duas abordagens e caberá a você decidir qual orientação considera mais adequada. Portanto, se você é "biblicista"/"bibliólatra" ou conservador, dificilmente concordará com algo aqui exposto, pois em nenhum momento usarei no raciocínio as premissas conservadoras/fundamentalistas. Quanto à tradição/linha teológica, parto de princípios protestantes (como a negação de magistérios infalíveis) e abordo os assuntos dentro da tradição luterana (lembrando que nunca se deve adotar uma tradição como um pacote fechado de conceitos e sim, como um ponto de partida para desenvolver uma compreensão, que sempre será imperfeita, mas aberta a correções. Parto do diálogo luterano por considerá-lo melhor, mais consistente e coerente para compreender a fé cristã, por forçar menos a interpretação de alguns textos e conceitos, bem como por deixar menos pontos inconsistentes ou conflituosos

2 - DEUS (DEUSES):
A espiritualidade aqui exposta é baseada no monoteísmo, em um Deus pessoal, cuja essência é 100% amor (e o motivo dessa afirmação está no item abaixo), sendo que todas as demais características atribuídas a Ele seriam meros atributos baseados nessa essência. Esse Deus seria único, porém triuno, ou seja, Deus é o apelido que damos à harmonia e comunhão perfeita entre três "pessoas", que chamamos de Pai, de Filho e de Espírito Santo. 

3 - REVELAÇÃO:
Só vejo uma possibilidade de entender de forma mais consistente a revelação divina na fé cristã: Deus, por ser amor e desejar uma comunhão perfeita, comunica-se continuamente com Sua criação. Para isso, utiliza de muitas formas, sendo que algumas são: pela natureza (de forma indireta) e de forma direta, objetiva, plena na encarnação de Jesus Cristo. Portanto, sendo Jesus esse "Deus encarnado", a história do povo hebreu/israelita/judeu (que é a história que contextualiza Seu aparecimento) é também uma prévia dessa revelação. E como as escrituras (contidas, a grosso modo, na bíblia) registram essa história, representam também, de forma escrita, esse "ensaio" da revelação divina, que como disse, se dá de forma total em Cristo e que é continuamente "despertada" em nós pela ação do Espírito Santo. Mas repare: parto do princípio que a revelação divina foi progressiva, sendo parcial (apenas um vulto) até que se deu de forma completa em Jesus. Não é que a revelação foi se somando, sendo Cristo a parte final dessa revelação. Não! Cristo, nesta abordagem que apresento, é a totalidade da revelação, de forma que tudo fora dEle era, no máximo, "sombra" dessa plenitude. Nada além de Jesus seria uma revelação extra de Deus ao homem. Logo, a revelação de Deus se daria de forma absoluta e total em Cristo e não, em Cristo + alguma coisa (seja no contexto judaico, nos profetas, nos apóstolos ou "na bíblia", como muitos defendem). Todas essas revelações divinas "fora de Jesus", estão em Jesus, sendo essas demais apenas testemunhas e indicativos dEle.  

4 - CRIAÇÃO:
Defendo aqui um Deus único, soberano, eterno e criador de tudo o que há. Os meios que Ele utiliza para a criação são totalmente irrelevantes (no sentido de interferência na espiritualidade cristã). Não proponho que o propósito da criação teria sido para acabar com Sua solidão (Deus sempre foi completo autosuficiente) e tampouco foi por um desejo narcisista de que criaturas ficassem o adorando ("para Sua Glória"). Apresento um Deus criador de tudo e de todos no intuito de compartilhar uma comunhão, afinal, o amor não se isola, ao contrário, se expande e se relaciona. E o foco da criação não seria o homem (com Jesus sendo a maneira de Deus reconciliar essa criação). Não! Penso que mais adequado é entender Cristo como objetivo final da criação, sendo o ser humano participantes e colaboradores dessa história da revelação no tempo e no espaço, da perfeita e eterna Obra divina (Cruz).

5 - PALAVRA DE DEUS:
O que seria a Palavra de Deus? A auto-comunicação de Deus com a Sua criação. A Palavra então é o poder, a obra eterna e soberana de Deus revelada à criação e isso se deu (como já disse acima) de forma total, plena, absoluta na pessoa de Cristo. Ele é a Palavra, o Verbo encarnado e a bíblia, por conter escrituras, é testemunha escrita dEle. A Palavra de Deus (que nos é revelada na encarnação de Jesus) é o conjunto Lei + Evangelho. O que é Lei de Deus? Não é meramente sinônimo de regras morais, sociais ou cerimoniais, que conhecemos como "lei de Moisés". A Lei de Deus é o que Jesus apresentou como sendo Lei (pois Ele é o parâmetro absoluto para conceituarmos algo. Ele é o Verbo, o Logos, a Palavra de Deus encarnada). Jesus reinterpretou a Lei, a ressignificou e aprofundou esse conceito, mostrando que Lei não é o conjunto de mandamentos ou preceitos e sim, que é a vontade de Deus, o ideal divino para a vida humana. Afirmou que é, em essência, amor perfeito a Deus e ao próximo e ao contrário do que muitos pensam, ninguém pode amar perfeitamente, ou seja, ninguém cumpre a Lei. A Lei não é meramente para nos dar um modelo de vida; é principalmente para nos desmascarar e mostrar que somos pecadores. Só assim podemos mergulhar no Evangelho, que também não é um conjunto de ensinos, não é um modelo de vida e não é uma crença. Evangelho ("Boa Nova") é, por definição, uma notícia. Mas qual? A que revela o que Cristo fez. É a boa notícia que Deus estava em Cristo reconciliando o mundo consigo, não imputando ao homem suas transgressões. É Deus, em Cristo, assumindo o pecado do homem e sua consequência (morte) a fim de que tivéssemos vida. E não é a toa que em João 1 lemos que Jesus é a Palavra de Deus (Verbo), pois Ele é a síntese e revelação da Lei (perfeição divina, ideal de Deus) e do Evangelho (essa entrega pela criação). Ou seja, devo anunciar o Cristo, que é a Palavra e como foi dito, a Palavra pregada, para ser completa, precisa ser Lei e Evangelho. A Lei me traz desespero por ser pecador e o Evangelho me pacifica por ter sido reconciliado na Cruz. Um sem o outro não tem sentido. A lei sozinha só condena; o Evangelho sozinho não tem razão, pois seremos salvo de que, por que e para que?
     Primeiro o homem se enxerga; depois, se entrega. 
     Sobre esse tema há um estudo aqui na página (clique no link): "Lei e Evangelho/Graça".

6 - ESCRITURAS/BÍBLIA:
"Palavra de Deus" e "Bíblia" não são sinônimos, embora infelizmente a maioria dos cristãos tenha essa equivocada e ingênua compreensão. Dizer que a bíblia ou que a escritura é a Palavra de Deus é, além de tudo, uma distorção do que a própria bíblia registra, pois ela mesma não apenas nunca se colocou nesse patamar, como traz relatos que afirmam categoricamente que a Palavra é eterna (já a escritura é histórica, tem uma origem e um contexto), única, imutável e que é Jesus Cristo (João 1, Apocalipse 19). Se não souber o que é a bíblia não podemos nem começar a conversar. A bíblia é a compilação "moderna" (do quarto século), feita pelo cristianismo religioso nascente (após muita discussão, debate, discordância e interesses), de textos antigos que são chamados de "escrituras". Essa compilação (dos livros/textos que entraram no "Canon sagrado" do cristianismo) foi feita em um único volume, chamado bíblia e até hoje não há um consenso no cristianismo sobre quais livros seriam realmente inspirados por Deus e/ou normativos pra cristandade. Católicos, protestantes, ortodoxos, coptas e outros grupos tem bíblia diferentes. E se ela é, em si, a Palavra de Deus, qual bíblia é a Palavra (e assim cada grupo diz que é a sua, obviamente). Mas quando lemos a escritura, através da bíblia, notamos que ela registra uma fala de Jesus que acaba com essa polêmica toda, pois Ele diz (João 5:39): "Vocês examinam as escrituras, pois acreditam que nela está a vida eterna. Mas elas são exatamente testemunhas de mim". Ou seja, a escritura NUNCA se coloca como sendo a Palavra de Deus propriamente dita, mas se diz explicitamente "testemunha de Cristo", que é a Palavra, segundo João e conforme todo esse paradigma que apresento aqui (de Palavra sendo a auto-comunicação de Deus, que por sua vez só pode ser Jesus). Distorcer isso é no mínimo, hipocrisia, pois defender o livro como "base de fé" e sem escrúpulos ignorar esse fato e atribuir à bíblia um papel que ela nunca almejou possuir, é manipulação ingênua ou maldosa. Lembre-se: a bíblia é o instrumento histórico (que não precisa ser perfeito) que aponta para uma revelação. É como um dedo apontando para a Lua, em que o dedo representa a escritura e a Lua representa Jesus. O discípulo de Cristo, diante desse dedo apontado, foca na Lua; o biblicista foca no dedo. Eis aí uma diferença entre aquele que vive pela fé no Cristo e o mero idólatra do instrumento. Por isso, quando vejo cristãos conservadores com os velhos argumentos de "infalibilidade, inerrância e suficiência", deixo-o falar sozinho, pois além de questões como a inerrância serem relativamente premissas recentes, são ingênuas e vão contra uma infinidade de evidências. Porém como esse grupo idolatra o livro, chamando-o de Palavra, precisam assumir esses pontos ou toda sua crença cai por terra no primeiro problema textual. Já quem entende que a Palavra absoluta, perfeita, infalível, suficiente e inerrante é uma pessoa (já que o Verbo se fez CARNE e não, MANUSCRITO), nenhum conflito textual traz problemas. O máximo que esse cristão não conservador assume é: os pontos dos evangelhos que nos trazem informações históricas de Jesus devem ser confiáveis. Com isso em mãos, todo o resto podemos compreender.

7 - SALVAÇÃO:
Salvação é um termo amplo e profundo e não tem nada a ver (repito: dentro da abordagem cristã que apresento) com o conceito popular raso de "ir para o céu". Salvação é o nome que se dá ao que Paulo explicou bem: “Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, não lançando em conta os pecados dos homens....” (II Coríntios 5:19). A salvação teria então dois polos: um objetivo (consumado na Cruz) e um subjetivo (nossa percepção e nossa relação com esse aspecto objetivo realizado em Cristo). O polo objetivo é  a reconciliação (religação) do homem com Deus, que ocorreu em Jesus, quando entregou-se pela restauração da Criação, vencendo o pecado e a morte e fazendo isso tudo em nosso lugar. Não depende de mim e nem de nada que parte de mim. É Graça (favor imerecido). Está consumado e nada do que eu faça muda isso. Já o polo subjetivo da salvação é nossa relação com o aspecto objetivo; é a transformação progressiva do nosso ser, feita pelo Espírito Santo; é nossa percepção em relação ao que Cristo fez por nós. E aqui entra a nossa fé e o nosso arrependimento (mudança de mentalidade). Ou seja, a minha fé e o meu arrependimento não mudam o que foi consumado na Cruz, mas mudam a minha percepção, a minha relação com essa realidade. A salvação para ser plena tem que alinhar esses dois polos, afinal, assim é o homem. Somos seres que dependemos do mundo interior e exterior. Nossa vida envolve muita subjetividade. Temos desejos, percepções, preferências, sentimentos, emoções... Para eu experimentar a salvação "não basta" Cristo ter feito algo por mim. Eu tenho que viver em conformidade com isso, para nadar conforme esse fluxo de vida. Do contrário, serei como um escravo que foi liberto, mas que por não confiar e por não mudar a consciência para sua nova realidade, continua vivendo como um escravo, embora seja, em essência, livre. Em outras palavras: Deus nos reconciliou de fato e não apenas gerou uma possibilidade para que, com algo vindo de nós, alcançássemos a reconciliação. Depende exclusivamente dEle. Estamos reconciliados e ponto final! E qual a consequência disso? É que agora, uma vez que Cristo morreu por nós, fomos feitos justos diante de Deus (embora continuemos sendo pecadores). Somos chamados a crer nessa Obra feita por Cristo e assim, crendo, passaremos por uma mudança de mentalidade e por uma expansão de consciência, que na bíblia é chamada de “Arrependimento”. Dessa forma, seremos dia a dia transformados pelo Espírito Santo (II Coríntios 3:18) até que um dia essa transformação será plena e seremos glorificados em um corpo imortal, onde alcançaremos a perfeição, ou seja, retornaremos ao estado de “imagem e semelhança de Deus”, sendo a imagem perfeita de Cristo, que é o que deixa claro Romanos 8. Portanto, salvação engloba isso tudo. Não perco a salvação, pois ela não depende de mim (é Graça - favor imerecido); todos fomos objetivamente salvos (reconciliados) na Cruz, embora não defendo que todos são subjetivamente salvos, afinal muitos resistem ao Espírito e rejeitam esse acolhimento de Deus, condenando a si mesmos. Sendo assim, mesmo defendendo em uma reconciliação universal, não assumo o rótulo de universalista (no sentido popular que a maioria usa), pois não prego aqui que todos os caminhos levam a Deus (Jesus seria, nessa minha abordagem, o único caminho), não parto do pressuposto que que todos experimentam os frutos da salvação. Não penso que seja indiferente em que cremos e não consigo conciliar essa possibilidade com alguns mistérios, como o da maldade e com as aparentes afirmações que vemos nas escrituras que algumas pessoas "diabolicamente" (e misteriosamente) resistem a essa restauração por parte de Deus. Traduzindo: Prego que todos foram objetivamente salvos, mas nem todos são/serão subjetivamente salvos, sendo esses que não são/serão, os chamados "condenados" (que não são condenados por Deus, mas que se condenam). Mantenho a esperança de no final todos expandirem essa consciência à realidade trazida por Deus (isso mesmo, torço para Deus ser "universalista"), mas não tenho como apresentar argumentos consistentes, de forma dogmática pra defender essa possibilidade. 

8 - PECADO:
Pecado não é meramente o que faço; pecado é o que sou (é minha natureza, minha tendência). O que faço é um sintoma (consequência) que denuncia minha doença (o que sou). Durante toda minha vida serei um pecador, antes ou depois da conversão (minha natureza é pecaminosa e tende a se afastar de Deus), mas sou contado como justo (justificado) em Cristo e os frutos do Espírito crescem em mim. Aliás, só peco por ser um pecador (e não o contrário). Então, como tenho essa natureza, essa "doença" (que teve sua cura decretada na Cruz, com a promessa que um dia ela será completamente removida de mim) até quando faço o bem, analisando a fundo, é um pecado meu, pois o bem que parte de alguém mau como eu, é mal. O profeta disse que nossa justiça não passa de trapo de imundície. E claro: não pecar significa ser perfeito, mas a perfeição humana (aos nossos olhos) é nada perante Deus. E essa distância entre o que somos e o que deveríamos ser (perfeita imagem e semelhança de Deus) é o que nos afasta (na verdade, "afastava") de Deus, é o pecado, e foi isso que Jesus resolveu na Cruz. Não significa que por causa da cruz deixamos de ser pecadores, mas Ele nos religou a Deus por Graça, a fim de que Deus não se relacionasse conosco com base em nossa imperfeição (pecado) e sim, com base no Seu amor. Nunca não estou em pecado... O que aprendemos é não a não nos entregarmos ao pecado, a não sermos dominados por ele, a não viver pecaminosamente, ou seja, a não mergulharmos deliberadamente na imoralidade, pois, como somos pecadores, a tendência é que predominantemente façamos o mal. Mas Jesus nos ensina a lutar contra isso, a resistir, a não viver assim, pois essa entrega é destruição total do nosso ser. É Jesus nos dizendo o tempo todo: "Está perdoado, vá e não peques mais", ou seja, "vá e não continue nessa vida tola e de engano, criatura, senão lhe acontecerá muitas coisas ruins"...

9 - O QUE E POR QUE PREGAR:
Defendo que devemos pregar a Palavra de Deus, que como já disse, é Lei + Evangelho. Lei para mostrar à pessoa que ela é pecadora e que está muito aquém da perfeição exigida por Deus; Evangelho para mostrar que, apesar dessa imperfeição e limitação, ela é amada, reconciliada e acolhida por Deus. É a Palavra que confronta, que quebra, que faz o indivíduo desistir de seus méritos e, ao mesmo tempo, que cura, que liberta, que consola e que traz paz e esperança. É impossível eu não comunicar (com palavras e ações) essa consciência de que fui alcançado pela Graça. Então um cristão deveria pregar a fim de que os ouvintes, crendo, possam viver na liberdade que Cristo trouxe ao homem, garantindo que somos livres para buscarmos viver em amor, com consciência e responsabilidade, tendo Ele como modelo de vida. Isso é viver em fé e é uma espiritualidade sadia: descansar nos méritos de Cristo, sem a ingênua prepotência de querer merecer a Graça e tampouco viver em "barganhas com Deus". Assim, em paz para fazer o meu melhor, sabendo que somos amados e aceitos independentemente de nossos erros e acertos, mantenho a esperança de um dia sermos plenamente transformado à Sua imagem e semelhança.

     Essa é uma abordagem que julgo coerente com o cristianismo histórico, bem como é uma espiritualidade que considero sadia e frutífera dentro da fé cristã. Não é focada no homem, gera bons frutos e é consistente e bem fundamentada pela escritura que temos em mãos. Apresenta uma boa relação com a vida, com a realidade e acaba com a alienação das teologias e religiões cristãs populares, baseadas em fundamentos fracos e tolos.

     Cada um desses temas será discutido em detalhes em textos específicos na página/blog. Se você não tolera as premissas que parto, principalmente em relação à minha orientação, aos meus critérios interpretativos e à linha teológica que adoto, lamento dizer, mas não será possível ocorrer um diálogo produtivo. Se for "fundamentalista", obviamente nem haverá diálogo (pois tal pessoa se julga detentora da revelação absoluta e quem discorda dela sempre está errado) e se não está disposto a confrontar o que pensa e analisar outras abordagens talvez mais coerentes, consistentes e frutíferas, esta página provavelmente não lhe acrescentará muita coisa. Mas se não tem medo de colocar à prova o que crê ou se está buscando uma espiritualidade cristã sadia, seja bem vindo!

Abraços a todos.

Por: Wesley de Sousa Câmara
Atualizado em 13/10/2015